Fernando Dias Pires

Administrador e Diretor Comercial. Responsável pela Orçamentação e Produção da J. HENRIQUES RODRIGUES. 40 Anos de Experiência Profissional em Medalhística e produtos afins. Adquiriu a esta empresa há 20 anos, integrando-a no negócio do Grupo MEDAGLIS e persistindo em fazer dela uma empresa de qualidade e renome internacional em Produção Medalhística, com a sua marca CROMOGRAVURA.

 

Mensagem

A Medalhística é, acima de tudo, uma das áreas de atividade que, sendo mercatorial ou artística, podemos designar como 'de celebração', ou seja, um dos negócios em que a Celebração, seja ela a respeito de quem ou do que for, assume um lugar primordial na vida de personalidades e entidades públicas e privadas. Assim sendo, neste negócio e na J. HENRIQUES RODRIGUES, a aparentemente simples produção de uma Medalha (entre outros elementos, por exemplo, de comemoração de datas especiais ou premiação de pessoas excecionais), assume uma importância extrema na vida de quem a oferece e recebe e, claro, de quem a produz. E é, precisamente, por isso, que é com toda a atenção e cuidado, e até carinho, que na J. HENRIQUES RODRIGUES tratamos de cada projeto e processo de cada cliente e, também, de cada parceiro, fornecedor e colaborador, tomando-os como parte importante e integrante da nossa grande família.

Fernando Dias Pires

 

 

Di Curvêlo de Oliveira

Administrativa, responsável pela Faturação, Contabilidade e Fiscalidade, e Recursos Humanos da J. HENRIQUES RODRIGUES. 40 Anos de Experiência Profissional em Administração de Recursos internos de empresas. Na J. HENRIQUES RODRIGUES desde 2003

 

 

 

 

Medalhística

São inúmeros os contrastes que ilustram a situação presente do mercado medalhístico nacional, se atendermos, por exemplo:

– às reflexões feitas no decurso do século XX, que referenciam, sem polaridades, uma produção industrial de massas, um excesso de produção em geral e um cada vez mais reduzido tempo de vida dos objetos de consumo (1), culminando, já no século XXI, com um manifesto, que também é pedido, de que ‘‘a medalha não deveria ser confundida, na sua espacialidade, com a mais radical escultura/instalação… nunca pondo em causa a sua identidade e, consequentemente, a sua tipologia’’ (2) ;

– às recordações que referenciam que, há três décadas atrás, as medalhas ainda eram ‘‘um espaço, onde habitavam formas nunca antes divulgadas’’ (3) , ao contrário do que ocorre, presentemente, em que ‘‘tudo parece estar inventado’’ (4) ;

– às observações do Presidente do Conselho de Administração da Imprensa Nacional – Casa da Moeda, de que ‘‘o mercado da medalhística tem vindo a decrescer nos últimos anos em volume de negócio’’ e ‘‘a atual crise financeira veio acentuar a queda de um sector da escultura já de si envelhecido’’ (5) ;

às confissões do Escultor José João Brito (intemporalmente, um dos mais relevantes escultores de produção medalhística portuguesa e, presentemente, o principal escultor-parceiro da empresa medalhística Cromogravura), de que, atualmente, o trabalho dos escultores mais experientes é reduzido e insuficiente, e de que, até a Imprensa Nacional – Casa da Moeda (‘antigamente’, o melhor cliente dos escultores portugueses da ‘velha guarda’) deixou de produzir medalhas e, com isso, produzindo mais moedas do que medalhas (moedas de comemoração ou para comercialização que, devido à sua maior, não criatividade ou originalidade, mas, simplicidade gráfica criativa e produtiva, são criadas por Designer Gráficos), assim deixando de solicitar a tais escultores a criação de medalhas (produzindo menos de meia dúzia por ano, e as que produz são criadas por alunos ou recém-formados da Faculdade de Belas Artes).

– às considerações manifestas em entrevista (6) pelo Diretor Geral e Comercial de uma empresa do mercado de produção medalhística há mais de quatro décadas (o Sr. Fernando Pires, da Cromogravura, empresa-alvo ou foco da pesquisa elaborada), que relativizam a crise económica disseminada pela generalidade das atividades económicas nacionais (e internacionais), área de Produção Medalhística incluída,

 

1 – FERREIRA, Andreia Sofia Pereira (2011). Do Objeto Medalha à Medalha-Objeto: Famílias, Sequências e Retrocessos. Lisboa: Faculdade de Belas-Artes. [Dissertação de Mestrado em Escultura].

2 – CORREIA, Hélder (2004). O Sentido e os Limites da Medalha Contemporânea. [Em linha]. Acessível em WWW: <http://www.escultor.com.pt/helderbaptista/texto_fidem.htm>.

3 – CORREIA, Hélder (2004). O Sentido e os Limites da Medalha Contemporânea. [Em linha]. Acessível em WWW: http://www.escultor.com.pt/helderbaptista/texto_fidem.htm.

4 – MARKL, Nuno (). Descaixanço: BB-8 Interactivo, de Star Wars, este é o brinquedo de que andávamos à procura. [Em linha]. Acessível WWW: https://acavedomarkl.pt/as-coisas-dos-outros/outros-cinema/descaixanco-bb-8-interactivo-de-star-wars-este-e-o-brinquedo-de-que-andavamos-a-procura.

5 – Crise acentua decréscimo do negócio das Medalhas e Moedas. In RTP Notícias, Agência de Notícias de Portugal LUSA. [25 Mar. 2009].

6 – In Entrevista ao Diretor Geral e Comercial da Cromogravura (Sr. Fernando Pires).

 

 

José Carlos Silva

Encarregado e Artífice de Fábrica

 

Albano Valério,  Carlos Paulo, Jorge Emiliano, Mário Barreira, Paulo Martinho,
Tiago Marques, Vasco Vigário, Vítor Monteiro

Artífices de Fábrica

Fernando Dias Pires

Administrador e Diretor Comercial. Responsável pela Orçamentação e Produção da J. HENRIQUES RODRIGUES. 40 Anos de Experiência Profissional em Medalhística e produtos afins. Adquiriu a empresa há 20 anos, integrando-a no negócio do Grupo MEDAGLIS e persistindo em fazer dela uma empresa de qualidade e renome internacional em Produção Medalhística, com a sua marca CROMOGRAVURA.

 

Mensagem

A Medalhística é, acima de tudo, uma das áreas de atividade que, sendo mercatorial ou artística, podemos designar como 'de celebração', ou seja, um dos negócios em que a Celebração, seja ela a respeito de quem ou do que for, assume um lugar primordial na vida de personalidades e entidades públicas e privadas. Assim sendo, neste negócio e na J. HENRIQUES RODRIGUES, a aparentemente simples produção de uma Medalha (entre outros elementos, por exemplo, de comemoração de datas especiais ou premiação de pessoas excecionais), assume uma importância extrema na vida de quem a oferece e recebe e, claro, de quem a produz. E é, precisamente, por isso, que é com toda a atenção e cuidado, e até carinho, que na J. HENRIQUES RODRIGUES tratamos de cada projeto e processo de cada cliente e, também, de cada parceiro, fornecedor e colaborador, tomando-os como parte importante e integrante da nossa grande família.

Fernando Dias Pires

 

 

Di Curvêlo de Oliveira

Administrativa, responsável pela Faturação, Contabilidade e Fiscalidade, e Recursos Humanos da J. HENRIQUES RODRIGUES. 40 Anos de Experiência Profissional em Administração de Recursos internos de empresas. Está na empresa desde 2003

 

 

 

 

Medalhística

São inúmeros os contrastes que ilustram a situação presente do mercado medalhístico nacional, se atendermos, por exemplo:

– às reflexões feitas no decurso do século XX, que referenciam, sem polaridades, uma produção industrial de massas, um excesso de produção em geral e um cada vez mais reduzido tempo de vida dos objetos de consumo (1), culminando, já no século XXI, com um manifesto, que também é pedido, de que ‘‘a medalha não deveria ser confundida, na sua espacialidade, com a mais radical escultura/instalação… nunca pondo em causa a sua identidade e, consequentemente, a sua tipologia’’ (2) ;

– às recordações que referenciam que, há três décadas atrás, as medalhas ainda eram ‘‘um espaço, onde habitavam formas nunca antes divulgadas’’ (3) , ao contrário do que ocorre, presentemente, em que ‘‘tudo parece estar inventado’’ (4) ;

– às observações do Presidente do Conselho de Administração da Imprensa Nacional – Casa da Moeda, de que ‘‘o mercado da medalhística tem vindo a decrescer nos últimos anos em volume de negócio’’ e ‘‘a atual crise financeira veio acentuar a queda de um sector da escultura já de si envelhecido’’ (5) ;

às confissões do Escultor José João Brito (intemporalmente, um dos mais relevantes escultores de produção medalhística portuguesa e, presentemente, o principal escultor-parceiro da empresa medalhística Cromogravura), de que, atualmente, o trabalho dos escultores mais experientes é reduzido e insuficiente, e de que, até a Imprensa Nacional – Casa da Moeda (‘antigamente’, o melhor cliente dos escultores portugueses da ‘velha guarda’) deixou de produzir medalhas e, com isso, produzindo mais moedas do que medalhas (moedas de comemoração ou para comercialização que, devido à sua maior, não criatividade ou originalidade, mas, simplicidade gráfica criativa e produtiva, são criadas por Designer Gráficos), assim deixando de solicitar a tais escultores a criação de medalhas (produzindo menos de meia dúzia por ano, e as que produz são criadas por alunos ou recém-formados da Faculdade de Belas Artes).

– às considerações manifestas em entrevista (6) pelo Diretor Geral e Comercial de uma empresa do mercado de produção medalhística há mais de quatro décadas (o Sr. Fernando Pires, da Cromogravura, empresa-alvo ou foco da pesquisa elaborada), que relativizam a crise económica disseminada pela generalidade das atividades económicas nacionais (e internacionais), área de Produção Medalhística incluída,

 

1 – FERREIRA, Andreia Sofia Pereira (2011). Do Objeto Medalha à Medalha-Objeto: Famílias, Sequências e Retrocessos. Lisboa: Faculdade de Belas-Artes. [Dissertação de Mestrado em Escultura].

2 – CORREIA, Hélder (2004). O Sentido e os Limites da Medalha Contemporânea. [Em linha]. Acessível em WWW: <http://www.escultor.com.pt/helderbaptista/texto_fidem.htm>.

3 – CORREIA, Hélder (2004). O Sentido e os Limites da Medalha Contemporânea. [Em linha]. Acessível em WWW: http://www.escultor.com.pt/helderbaptista/texto_fidem.htm.

4 – MARKL, Nuno (). Descaixanço: BB-8 Interactivo, de Star Wars, este é o brinquedo de que andávamos à procura. [Em linha]. Acessível WWW: https://acavedomarkl.pt/as-coisas-dos-outros/outros-cinema/descaixanco-bb-8-interactivo-de-star-wars-este-e-o-brinquedo-de-que-andavamos-a-procura.

5 – Crise acentua decréscimo do negócio das Medalhas e Moedas. In RTP Notícias, Agência de Notícias de Portugal LUSA. [25 Mar. 2009].

6 – In Entrevista ao Diretor Geral e Comercial da Cromogravura (Sr. Fernando Pires).

 

 

José Carlos Silva

Encarregado e Artífice de Fábrica

 

Albano Valério,  Carlos Paulo, Jorge Emiliano, Mário Barreira,
Paulo Martinho,
Tiago Marques, Vasco Vigário, Vítor Monteiro

Artífices de Fábrica